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Professores participam das 20 edições do evento
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Divulgação
EDSON QUEIROZ E PEDRO COURI COMPARTILHAM LEMBRANÇAS DAS PRIMEIRAS EDIÇÕES DO EVENTO
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Eles se confundem com a trajetória do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga. Desde a primeira edição, participam da grade de professores do evento e, ao longo das últimas duas décadas, contribuíram, de forma expressiva, para a formação e o aprimoramento de milhares de músicos em todo o país. Nesta edição histórica, o Pró-Música presta homenagem especial a Edson Queiroz, Pedro Couri Neto, João Guilherme Figueiredo, Luis Otávio Santos, Nerisa Aldrighi e Sérgio Dias, que são personagens importantes desta história.
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O cantor barroco Pedro Couri Neto parabeniza pelos 20 anos de história, progresso constante e aprimoramento do Festival, que, na sua opinião, contribui para a cultura juizforana. “Eu, como participante desde os primórdios, sinto-me honrado de fazer parte dessa trajetória, através de décadas de compromisso com a valorização da música histórica colonial.” Para Pedro, o Festival reflete hoje o que há de mais moderno no âmbito da pesquisa musicológica e na execução da música colonial brasileira e européia, por meio da Orquestra Barroca, única do gênero do país. “Sinto-me agradecido e feliz por fazer parte dessa família musical, que contribuiu e contribui para minha formação pessoal e profissional.”
Já Edson Queiroz também faz parte deste grupo. “Participar desse Festival, para mim, tem um gosto especial, porque morei em Juiz de Fora por dois anos e fui aluno de teoria musical de Maria Isabel (diretora-presidente do Pró-Música).” O professor de violino compartilha recordações das primeiras edições do evento, como o 1º Festival, que foi pequeno e com poucos professores. Edson lembra que, nesta época, acumulou aulas de violino e viola, sendo o único professor na área. Hoje são mais de dez só no ensino de violino.
Ainda de acordo com Edson, o concerto final do primeiro festival aconteceu no Teatro do Pró-Música, antes mesmo da reforma. “Lembro que haviam mais pessoas no palco (orquestra e coral) do que na plateia. Mas foi uma edição muito boa de se trabalhar, pois todos estávamos empenhados querendo que a ideia do festival desse certo, como realmente deu.” O professor de violino atribui o crescimento ao longo dos anos ao “incansável trabalho” dos diretores do centro cultural. Para Edson, o Festival tem contribuído de forma eficaz para o desenvolvimento musical do país. “É um momento em que podemos encontrar antigos e novos colegas, ter contato com estudantes de várias partes do país e ouvir artistas de diferentes lugares. O Festival é um dos grandes eventos na área musical e torço para que ele continue assim por muitos anos.”
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