Em programação cultural leva Música e
Arte a ruas, igrejas e teatros da cidade

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Divulgação
Colégio recebe alunos pelo quarto ano consecutivo.
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A décima sétima edição do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, que acontece entre os dias 16 e 30 de julho, deve reunir mais de 80 mil pessoas, entre estudantes, músicos e público. No total, são 700 estudantes participando de 39 cursos de instrumentos diferentes, ministrados por 51 professores vindos de várias partes do país e do mundo. Além disso, o Pró-Música realiza 57 concertos em Juiz de Fora e três em palcos avançados: Rio de Janeiro, Ouro Branco e Tiradentes. Todos com entrada gratuita.
Mantendo a tradição, o Festival transforma a cidade da Zona da Mata mineira em capital do gênero no país. Artistas e platéia encontram-se para concertos noturnos e vespertinos no espaço convencional dos teatros, mas também em igrejas, praças, escolas e até em agências bancárias. Ao mesmo tempo em que trabalha na formação de público, o Festival se faz templo de estudos avançados com a sétima edição do Encontro de Musicologia Histórica. O diálogo com outras artes também está presente na exposição "Objetos estandartes pinturas", de Fani Bracher.
A Banda Sinfônica do Estado de São Paulo abre a programação, no dia 16, às 20h30 no Cine-Theatro Central. Logo no dia seguinte, no mesmo local e horário, a Orquestra Barroca do Festival faz uma das mais aguardadas apresentações do evento. O grupo, formado por concertistas de sólida carreira internacional no cenário da música antiga interpreta Mozart, João de Deus de Castro Lobo e João de Sousa Carvalho. Outro destaque na programação cultural é a apresentação da grande estrela da viola da gamba, o belga Philippe Pierlot, ao lado de Luís Otávio Santos (violino barroco) e Alessandro Santoro (cravo), no dia 26, na Igreja do Rosário.
Um momento que une aprendizado e prática é a apresentação dos grupos formados por alunos do Festival, como a Orquestra de Crianças, o Madrigal, as Orquestras Experimentais e Orquestra e Coro Colonial. Este ano, merece destaque o concerto em homenagem a Radamés Gnattali da Orquestra Sinfônica do Festival, regida por Norton Morozowicz. Três concertos vespertinos, nos dias 17, 18 e 24, sempre às 17h30, ocupam o belo Teatro da Academia. Também às tardes, a música ganha espaço no coração de Juiz de Fora com os concertos e shows no palco do Calçadão da Rua Halfeld. (ver programação completa no site do Festival. )