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Orquestra Barroca
interpreta Mozart
com instrumentos de
época pela primeira
vez no Brasil


Fani Bracher expõe
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Juiz de Fora - MG  


Orquestra Barroca


Orquestra Barroca interpreta Mozart com
instrumentos de época pela primeira vez no Brasil


Divulgação
Grupo se apresenta no dia 17, no Cine-Theatro Central

No Ano Mozart, em que se comemora os 250 anos de seu nascimento, a Orquestra Barroca inova e realiza, durante o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, a primeira gravação no Brasil da obra orquestral de Mozart com instrumentos, estética e técnicas da época em que foram criadas. Este é o grande diferencial do CD deste ano, que contará, ainda, com o registro de obras do padre João de Deus de Castro Lobo e do contemporâneo português João de Souza Carvalho.

No total, quase 30 músicos de sólida carreira internacional desembarcam em Juiz de Fora (MG), na segunda semana de julho, para gravação de CD e participação na programação cultural e em cursos do 17º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga. Dirigida pelo violinista barroco Luis Otávio Santos, a Orquestra Barroca é resultado de uma das principais metas do Festival: o estudo, a realização e a divulgação da música antiga, interpretada segundo critérios técnicos e estilísticos de sua época. Com quatro CDs gravados e um DVD, com obras de J.SBach, G.F.Handel, G.P.Telemann, J.Emerico Lobo de Mesquita, André da Silva Gomes, entre outros, e elogios da crítica especializada, a Orquestra Barroca do Festival já alcançou reputação internacional pelo sólido trabalho continuado e o alto nível artístico de suas realizações.

Este ano, serão executadas duas sinfonias do último período de vida de Mozart: as de numero 34 em Dó Maior e 38 em Ré Maior, chamada "Praga". Já na parte colonial do CD, a peça escolhida é a Abertura em Ré, do Padre João de Deus Castro Lobo, que se tornou uma das mais conhecidas e executadas peças orquestrais do Brasil Colônia. A orquestra também registra a abertura da ópera "L`Amore Industrioso", do importante contemporâneo português de Castro Lobo, João de Souza Carvalho.


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