Quarteto Carioca de Violões resgata obra camerística
de RADAMÉS GNATTALI NO CLÁSSICOS TIM

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Divulgação
Três jovens violonistas formam o grupo ao lado do experiente Nicolas Barros
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A obra camerística de Radamés Gnattali resgatada e entoada ao som do violão, seja ele convencional, de seis ou oito cordas. Esta é a proposta do Quarteto Carioca de Violões, grupo formado por Nicolas de Souza Barros, Marco Antônio Corrêa Lima, André Marques Porto e Felipe Rodrigues, que faz sua estréia em Juiz de Fora dentro do Projeto Clássicos TIM. A iniciativa é desenvolvida em parceria entre Pró-Música e TV Panorama, contando com patrocínio da operadora de telefonia celular TIM.
Criado no final de 2005, o conjunto tem sua atividade fundamentada na vasta experiência de Nicolas e no talento de três jovens violonistas. Nicolas atua como professor universitário há vinte anos e é colaborador do Quadro Cervantes, um dos primeiros e mais importantes quartetos do cenário nacional. Para este ano, o grupo conta com mais de dez recitais agendados, sempre enfocando a obra de Radamés, cujo centenário de nascimento é comemorado em 2006. A meta do Quarteto é prestar uma homenagem ao compositor, dando oportunidade ao público de ouvir o seu legado, extremamente brasileiro.
Um diferencial deste concerto, aliás, promete ser o repertório. "Somos, atualmente, o único quarteto a tocar as duas grandes obras de Radamés Gnattali para esta formação: Quatro Movimentos Dançantes e o Quarteto nº 1", comenta Nicolas. No programa também estão previstas obras do sobrinho do compositor, Roberto Gnattali, além de peças de Nicanor Teixeira, Francisco Mignone e Edino Krieger (ver quadro). Embora esta seja a estréia do grupo na cidade, o palco do Teatro Pró-Música não é novidade para Nicolas, que já realizou vários concertos aqui, enquanto integrante do Quadro Cervantes.
De acordo com o músico, a expectativa para a apresentação na cidade é a melhor possível. "Os nossos ouvintes devem vir dispostos a apreciar um repertório de danças brasileiras - batuques, marcha-ranchos, valsas, baiões e marchas - escritas pela fina flor da composição brasileira - Radamés Gnattali, Francisco Mignone e Edino Krieger. E posso garantir que os dois compositores menos conhecidos, Nicanor Teixeira e Roberto Gnattali, irão surpreender". Conhecedor do trabalho desenvolvido pelo Centro Cultural Pró-Música, Nicolas diz ter admiração pelas conquistas apresentadas pela entidade, "que ocupa, inegavelmente uma das posições de ponta da cultura brasileira atual."
Quando: Dia 18, às 20h
Onde:Teatro Pró-Música
Quanto Custa: Entrada franca