16º Festival de Música Colonial Brasileira e Música Antiga
Destaques da programação
A abertura do evento será com a Orquestra Petrobras Pró Música, regida pelo maestro Carlos Prazeres, no dia 17, às 20h30, no Cine-Theatro Central. Outro destaque na programação é o concerto da Bachiana Chamber Orchestra, de São Paulo, sob a regência de João Carlos Martins, no dia 19, no mesmo teatro. O maestro é um profundo conhecedor da música de Johann Sebastian Bach, cuja obra é uma síntese e uma culminação da musicalidade do Barroco Europeu. Antes de ser regente, Martins foi um exímio pianista e o único do mundo a gravar, em 20 CDs, toda a obra de Bach para o teclado. Mas dois acidentes, que afetaram os movimentos de suas mãos, acabaram impedindo que o músico continuasse a carreira ao piano. No entanto, a vida cheia de sobressaltos, literalmente transformada em filme, não o afastou da música, e Martins criou a Bachiana Chamber Orchestra.
Reconhecidos grupos nacionais e internacionais também estão na programação, como o Quarteto de Flauta Doce Rayuela, da Suíça, que faz apresentação em 24 de julho, na Capela da Academia, com um repertório de música antiga, e a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo. Toda a programação tem entrada franca.
A realização do Festival é possível devido ao apoio não só de patrocinadores, como também de idealizadores, que têm um papel fundamental desde a primeira edição. Entre eles, está o violinista Paulo Bosísio, coordenador do setor de cordas do evento. Ao lado de Bosísio, outros importantes nomes do Festival são o maestro Nelson Nilo Hack, coordenador de orquestras, e Homero Magalhães Filho, da área de vozes.