O "neochoro" do Quinteto Patápio Silva no Terças Musicais

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Divulgação

Proposta sonora que reúne
música erudita, bossa nova e jazz
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Pense no choro tradicional. Agora imagine-o com outra roupagem, com interpretação e arranjos típicos da atualidade. Este é o "neochoro", proposta sonora em que o ritmo ganha influência da música erudita, dos acordes dissonantes da bossa nova e dos improvisos do jazz. Assim é o repertório do Quinteto Choro e Canção Patápio Silva, atração de maio do Projeto Terças Musicais, uma iniciativa do Centro Cultural Pró-Música.
O grupo, formado pelos músicos Eli Martins (clarinete), Nilton Moreira (flauta), Junio César (cavaquinho), José Evaldo Lopes (violão) e Gilberto Feliciano (percussão), volta aos palcos do Pró-Música, para apresentar ao público canções próprias e clássicos de compositores consagrados, como Baden Powell, Tom Jobim, Hermeto Pascoal e Edu Lobo, além de músicas do flautista Patápio Silva, referência do grupo.
Criado em 2001 e com um CD no currículo, o Choro e Canção Patápio Silva vem realizando turnês por todo o estado nos últimos dois anos, em concertos ao lado de grandes nomes do choro, como Zé da Velha e Silvério Pontes, Rabo de Lagartixa, César Faria e Henrique Cazes. Um dos destaques foi a apresentação do grupo ao lado de Maria Lúcia Godoy, em 2003.
A origem do nome
O quinteto presta uma homenagem ao flautista Patápio Silva, que morreu prematuramente, aos 27 anos, de pneumonia. O músico de Itaocara (RJ) passou parte da juventude em Cataguases (MG), cidade natal dos integrantes do grupo. Apesar do pouco tempo de vida, a obra de Patápio marcou a história da música brasileira. Ele é autor de inúmeras polcas, valsas e estudos, que serão relembrados, durante o show, pelos jovens músicos.
Quando: Dia 25, às 20h
Onde: Teatro Pró-Música (Avenida Rio Branco 2329)
Quanto custa: Entrada franca