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Encontro das artes
Misturando música, artes plásticas e dança, o Projeto Aquarela Mineira promete encantar o público juizforano no próximo dia 21 de junho, às 21h, no Teatro Pró-Música. Ao som da Orquestra de Jazz e no ritmo da dança e leveza de Gisele Ferreira e Henrique Gonçalves, o artista plástico Paulo Talarico desenvolverá a arte do óleo sobre tela aos olhos atentos do público.
Talarico já participou de diversas exposições, entre individuais, como Gênios Ingênuos (desenhos - 1983), Papel Crepon (objetos - 1984-1985) e O Voyer (pinturas - 1992); e coletivas, como Mostra de Arte Contemporânea, em Goiás (pinturas - 1982), Chargistas de Juiz de Fora - Hora do Lobo (1993) e Coletiva Cidadão Escola (promovida pela TV Panorama - 1999).
O casal de bailarinos é especializado na arte das danças de salão e já se apresentou, com grande sucesso, nas principais cidades de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Henrique e Gisele lecionam, ainda, nas academias Olímpia e Fibra, com destaque para o trabalho realizado na ALAE, Escola para Excepcionais.
O Projeto Aquarela Mineira é promovido pelo Centro Cultural Pró-Música e tem por objetivo reunir, no mesmo palco, músicos, cantores, artistas plásticos, bailarinos, poetas e escritores. A finalidade é divulgar e preservar as diferentes expressões da arte das Minas Gerais, "numa verdadeira fusão de cores e nuances", como afirma o maestro Sylvio Gomes.
A Orquestra de Jazz Pró-Música, a proponente do projeto, foi criada em 1992, e já reúne em seu currículo apresentações ao lado de Wagner Tiso, Nana Caymmi, Ray Conniff, Grupo Cama de Gato e Cristóvão Bastos. Composta por 19 pessoas, entre músicos e vocalistas, é regida pelo maestro Sylvio Gomes e possui um repertório que varia entre a música internacional, a Bossa Nova e a MPB.


Os ingressos para o evento custam R$5. Sócios não pagam.


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Trabalho da Orquestra de Jazz é reconhecido
Em junho, a equipe da Rede Minas, de Belo Horizonte, vem a Juiz de Fora, especialmente, gravar um novo programa com a Orquestra de Jazz Pró-Música. "É mais uma excelente oportunidade de mostrarmos nosso trabalho e ficamos gratificados por constatar o interesse e o carinho a nós dispensados pela emissora". A gravação com a Orquestra vai ser exibida no programa semanal "Especial Rede Minas", que vai ao ar sempre aos sábados, às oito e meia da noite, com reprise aos domingos, às duas e meia da tarde.
O programa é dirigido por Denise Barra e coordenado e apresentado por Raquel Nicole. Na equipe técnica, Alfredo Brant (Diretor de TV), Tanguy Demaria (Supervisão de Operações de Externa), Gilberto de Sousa, Primitivo Filho, Eduardo Milton e Marcos Tomaz (Cinegrafistas), Márcio Mota (Operador de Áudio), Edson Rezende e José Eustáquio Mendes (Técnicos de Externa) e Orlando Rodrigues Lima (Eletricista). A Rede Minas está sob a direção da juizforana Cristina Mendes, que também assessora o Governador Itamar Franco.
A equipe da TVE do Rio de Janeiro também gravou um especial com a Orquestra de Jazz. Pela terceira vez, a emissora reprisou, na noite de 05 de maio, o programa Instrumental Informal, apresentado por João Carlos Assis Brasil, irmão de Víctor Assis Brasil.
Atualmente, a Orquestra, sob a regência do maestro Sylvio Gomes, ensaia para se apresentar, dia 23 de agosto, no Teatro do BNDES, Rio de Janeiro. Todas as semanas, o projeto "Quintas no BNDES" recebe um convidado, aprovado previamente por uma seleção criteriosa. Entre 600 projetos, foi classificado o da Orquestra de Jazz de Juiz de Fora, que vai ocupar, este ano, o mesmo espaço que Joyce, Miucha, Leo Gandelman, Marcos Ariel, Rio Jazz Orchestra, Quinteto de Cordas Petrobras, Os Cariocas, Paulo Moura e Meninas Cantoras de Petrópolis.
Sylvio Gomes ressalta a importância desta escolha para a Orquestra: "É muito difícil para um artista que não esteja na mídia, especialmente no Rio de Janeiro e em São Paulo, ser selecionado. É uma conquista". O maestro conhece bem a realidade brasileira e sabe que existem poucas Big Bands, não só pela dificuldade de se reunir músicos dispostos a dedicarem parte do seu tempo a um minucioso trabalho artístico como também pelo pouco interesse da iniciativa pública e privada em injetar recursos nesse segmento cultural. Ao saber da seleção, Sylvio não perdeu tempo e começou a preparar os arranjos para o concerto. E ele garante que a apresentação vai ser inesquecível.
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