Orquestra Barroca

Orquestra BarrocaA Orquestra Barroca é resultado de uma das principais metas do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga: o estudo, a realização e a divulgação da música antiga, interpretada segundo critérios técnicos e estilísticos de sua época. Além disso, os músicos da Orquestra buscam inovar a música do passado, aumentando o interesse e confirmando sua imortalidade através dos tempos. Com sete CDs gravados e um DVD, com obras de J.SBach, Mozart, G.F.Handel, G.P.Telemann, J.Emerico Lobo de Mesquita, André da Silva Gomes, João de Deus de Castro Lobo, entre outros, e elogios da crítica especializada, a Orquestra Barroca do Festival tem reputação internacional pelo sólido trabalho continuado e o alto nível artístico de suas realizações.

O regente da orquestra e diretor artístico do Festival, Luís Otávio Santos, ingressou em 1990 no Koninklijk Conservatorium Den Haag, na Holanda, onde foi aluno de Jacques Ogg (cravo) e Sigiswald Kuijken (violino barroco). Em 1996, obteve o Diploma de Solista (Master’s degree) com a mais alta distinção. Desde 1992 é um dos principais membros da importante orquestra barroca “La Petite Bande”, onde vem atuando como solista, spalla e um dos mais próximos colaboradores do maestro Sigiswald Kuijken. Com este grupo realiza turnês por vários países da Europa, China, Japão, México, Colômbia, Argentina e Brasil, assim como dezenas de CDs e gravações para as TVs belga ,francesa e japonesa.Orquestra Barroca Luís Otávio Santos atua tambem como spalla e solista de outros grupos europeus, como Ricercar Consort (dir. Philippe Pierlot), Le Concert Français (dir. Pierre Hantai), De Nederlandse Bachverening (dir. Gustav Leonhardt) e Il Fondamento (dir. Paul Dombrecht). Foi professor da Scuola di Musica di Fiesole, Florença, de 1997 a 2001. É freqüentemente convidado como júri dos exames finais do Conservatoire National Superieur de Musique de Lyon e do Conservatoire de Musique de Geneve, e como professor do XXme Stage de Musique Baroque de Barbastre, França, da Oficina de Música de Curitiba e do Festival Internacional de Música de Brasília. Em 2004 foi professor convidado na Muzikhoheschule de Leipzig, Alemanha. É diretor musical da “Den Haag Baroque Orchestra”, que possui varios CDs gravados na Alemanha e realizou duas turnês no Brasil, onde regeu a Missa em si menor de Bach (Mosteiro de São Bento, São Paulo 2004) e o Magnificat de Bach (Sala São Paulo, 2003). Desde 1998 é professor de violino barroco do Conservatório Real de Bruxelas, Bélgica. Em 2000, gravou a integral das Sonatas para violino de J.S.Bach, ao lado do cravista holandês Peter-jan Belder, para o selo holandês Brilliant. Em 2004, gravou seu segundo disco solo com sonatas de J.M.Leclair (acompanhado pelo cravista Alessandro Santoro e o gambista Ricardo Rodriguez) para o selo alemão Rameé e recebeu o prêmio “Diapason D’Or”, a maior distinção concedida a um CD na França. No Brasil, Luís Otávio Santos é diretor artístico do Festival Internacional de Musica Colonial Brasileira e Musica Antiga de Juiz de Fora e regente da Orquestra Barroca do Festival, que já gravou quatro CDs com obras de J.S.Bach (Magnificat, Ouverture BWV1068 e 1066), G.P.Telemann, J.J.Emerico Lobo de Mesquita e André da Silva Gomes. Em 2004, o Festival comemorou 15 anos com a edição de um DVD com a Orquestra Barroca do Festival com obras de J.S.Bach, J.M.Leclair, A.Vivaldi e F.Durante.